Os cuidados com nossa saúde não dizem respeito apenas à nossa alimentação ou hábitos saudáveis. Devemos ficar atentos também aos medicamentos que ingerimos e até aos cosméticos que utilizamos. Foi pensando em oferecer opções cada vez mais naturais que a Vivenda Verde surgiu. Há quase sete anos, a empresa se destaca no mercado com uma grande linha de produtos verdes.

Bárbara Dourado, administradora e proprietária da Vivenda Verde, conta que a marca nasceu em 19 de março de 2014, quando ainda era conhecida como Casa dos Naturais. “Pensamos em um conceito de saúde e bem-estar para a população teresinense visando substituir cada vez mais os medicamentos químicos por remédios naturais, e que não agredisse tanto o organismo. Com o tempo vimos a necessidade de agregar cosméticos naturais, e, com a grande demanda, esse se tornou 70% do nosso faturamento”, explica.

Mas, encontrar produtos naturais e de qualidade não é tarefa fácil. E esse, segundo Bárbara Dourado, foi um dos maiores obstáculos para a empresa. “Os desafios que encontramos foi em achar produtos naturais registrados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Com o tempo conseguimos encontrar muitas marcas com credibilidade e qualidade na sua eficácia durante esse caminho, e, hoje, a Vivenda Verde tem um grande leque de marcas consolidadas e respeitadas no mercado de remédios e cosméticos naturais”, destaca a administradora da empresa.

A Vivenda Verde cresceu e avançou Brasil afora. Porém, para abraçar esses novos caminhos, algo mais precisava ser feito. Então surgiu a necessidade do registro de marca, possibilitando que a empresa ganhasse ainda mais reconhecimento. 

“Foi quando entramos em contato com a Companhia da Marcas. Primeiramente, fizemos uma pesquisa, se a Casa dos Naturais conseguiria ganhar o processo de marca registrada sem nenhuma intervenção. Como já existiam processos com o mesmo nome, a possibilidade de ser aprovada seria menor. Então, começamos a pensar em um novo nome que não fugisse do conceito da empresa. Tivemos a ideia de colocar Vivenda, que significa “casa”, e Verde, que está ligada à natureza”, comenta Bárbara.

A sonoridade das duas palavras e o nome disponível no segmento fez surgir, assim, a Vivenda Verde. A partir disso, foi dado início ao processo para registro da marca, no ano de 2017, que passou por alguns percalços até, finalmente, ser reconhecida.

“O INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) indeferiu o pedido, pois considerou o nome semelhante ao de outra marca, mas a Companhia da Marcas entrou com um recurso e o INPI reformou a decisão e concedeu o registro de marca à Vivenda Verde. Agora, em julho de 2020, nós tivemos direito ao uso exclusivo do nome em todo território brasileiro na classe que atuamos, de remédios e cosméticos naturais”, relata Bárbara Dourado, enfatizando a satisfação em ter o nome de sua empresa reconhecido e oficializado nacionalmente.

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